Você está navegando pela biblioteca do Verificado sobre saúde, desinformação e solidariedade global. Acesse o trabalho do Verificado pelo Clima →

Vivendo com deficiência durante a pandemia

A dor que a pandemia causou a pessoas no mundo todo foi ainda maior para quem vive com deficiência, afirma ativista das Nações Unidas

Informações de saúde sobre a COVID-19

“O mundo ignorou completamente as pessoas com deficiência no contexto da COVID”, diz Eddie Ndopu, das Nações Unidas.

O ativista sul-africano vive com atrofia muscular espinhal desde os dois anos de idade e usa sua visibilidade pública para falar sobre os direitos das pessoas com deficiência. 

Quando Eddie diz “não saí do meu apartamento durante um ano inteiro” na pandemia, ele fala por um número enorme de pessoas.

No mundo todo, 1 bilhão de pessoas vivem com deficiência. Durante a pandemia de COVID-19, elas foram mais afetadas do que a maioria das pessoas, e ativistas dizem que isso está sendo ignorado. 

Para muitos adultos e crianças com deficiência, a pandemia aumentou o isolamento social e afetou gravemente o acesso a cuidados de saúde, médicos, hospitais, transporte, educação, emprego e apoio financeiro. 

Em emergências como a da COVID, muitas pessoas são afetadas de forma desproporcional. Elas podem ter maior risco de adoecer gravemente por causa da COVID-19, e por isso muitas precisaram se isolar durante toda a pandemia. Algumas continuam em isolamento para se proteger. Mas, para muitas, o isolamento é impossível, especialmente em países de baixa renda, onde vivem cerca de 80% das pessoas com deficiência do mundo. 

As vacinas são necessárias para proteger as pessoas com deficiência no mundo todo. Mas, para os milhões que vivem em países de baixa renda, a disponibilidade de vacinas ainda é um grande problema.

Juntos, podemos fazer mais por todas as pessoas do mundo durante esta pandemia. Assista e compartilhe nosso vídeo (abre em uma nova aba) hoje. E, para ouvir mais de Eddie Ndopu, escute o podcast Awake At Night (abre em uma nova aba).